A noite és tu

A noite és tu
E a manhã que podia ser de verão
É negra e chove
Chove tanto quanto o choro do pensamento
E o vento que sopra é frio
E irrita a pele da cara já molhada
A noite és tu
E não tens Lua e nem brilho há nas estrelas
A noite fria das palavras curtas
De fracas sombras do corpo
E fortes vultos de árvores de Inverno vestidas
A noite és tu
E do Sol e do calor
Já nem a pele leva a cor para contar

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