Descoberto

Sabes quando um olhar

Chega discreto e em silêncio

Te rasga a pele

E descobre-te o sangue de segredos que escondes

Arranca-te uma por uma

A fímbria fina de folhas formais

E te expõe sujo de verdades e medos

Sabes quando um toque

Te agita dos sonhos de verdades onde te fizeste

Te arranha a camada de roupa

De aceitação, simpatia e humildade

Expurga os pelos de pó de saberes

Que não são teus mas onde te encostaste

Sabes

Descobres

Quando me abraço a ti em silêncio

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